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quarta-feira, 27 de abril de 2016

                                                       Dizer a verdade não é minha praia. 

   Eu quis dizer que a verdade nas horas da euforia e do constrangimento não é comigo. Se um garoto me perguntar se eu gosto dele eu vou responder que não (é obvio) e mais, eu sairia correndo - não que isso já tenha acontecido, mentira já aconteceu e foi horrível -. Eu me sinto uma palhaça quando o assunto é meninos porque eu fico vermelha, nervosa e não sei o que falar, não falo coisa com coisa e crio palavras que, pra mim, tem significado, mas só pra mim. Eu não gosto de palhaços, é sério. Não tenho coulrofobia e muito menos menosprezo quem trabalha como palhaço, apenas saio correndo. Uma dica valiosíssima minha é: saia correndo do que você tem medo e não apareça amanhã na escola - por mais que seja errado e tals, mas você não enfrenta os desaforos do dia seguinte -.

quarta-feira, 13 de abril de 2016

                                                                         A  Chuva
   Amo chuva, amo sol, amo você e sua lua.
   A lua é minha e o sol é seu, da árvore colho o fruto e de você colho o meu tudo.
   Unicórnios são bonitos
   Dragões são legais.
   O teu dócil e a tua fúria, sou eu na sua vida.
   Dócil porque te amo, fúria porque te odeio.
   Te amo, te odeio, te quero, mas não quero.
   Decida pra mim o que tu quer de mim. 

quarta-feira, 6 de abril de 2016

                                                               A dor cria um escritor.

  Na verdade, é escritorA, mas tudo bem.

                                                    A arte me cativou, a dor ainda não passou,
                                         De palavras bobas e textos melancólicos, descobri a dor.
                                      Aquela árvore não me encantou, mas das flores é que livrou,
                         Das lagrimas caindo no meu caderno, do lápis desenho, mas do amor não entendo.